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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Doída saudade


Saudade é coisa estranha
é tormento senti-la carrega-la
chega a doer o peito
sufocar por dentro
é calada é sentida
doida, amada, inesperada
não existe tempo
se faz no meio do barulho da multidão
se faz no mais profundo silêncio da solidão
se faz no coração
dentro do peito
na mente
quando vem não tem jeito
não existe remédio que alivie a dor
o aperto..
que nos corroe e nos sangra por dentro

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